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Aos vagabundos!

Estive assistindo 400 contra 1 não consegui terminar, não tenho estômago para tal. Mas teve algo no filme que me irritou profundamente, o personagem do ator Daniel Oliveira, que era uma assaltante de bancos, e foi uns dos fundadores do CV, dizia, "Eles não podem fazer isso, ninguém merece passar por isso (referente ao presídio da Ilha grande),"ok! muito lindo, muito romântico, e viva os direitos humanos!! Mas até que ponto isso é injusto? Não digo que concordo em submeter qualquer ser humano a ações sub-humanas, mas isso não significa que eles não mereçam! Porque já dizia o velho ditado: "pimenta no olho alheio é refresco", o que eu quero dizer é que, eles não devem receber esse tipo de tratamento, simplismente porque não merecem, e sim pq por sorte deles , azar da gente, esses bichos nasceram humanos, apesar de anularem as características mais sublimes e admiráveis da espécie, como por exemplo:  a compaixão. É revoltante ver como alguns se fazem de coitados e eles terem mais recursos de sobrevivência do que nós cidadões de bem. Cadê os recursos humanos nas favelas? Cadê os recursos humanos quando uma criança é maltratada, espancada e estrupada dentro de casa pelos próprios pais? Ás vezes os vizinhos denunciam e o que os defensores da criança e do adolescente fazem? Manda a criança de volta pra casa! Já vi vários casos assim. Cadê os recursos humanos? Ah ... tah se preocupando com quem não se preocupa com a gente! Sou contra qualquer forma de violência, mas pra mim injusto é ninguém ligar para aquela criança e todo mundo ficar feito urubu defendendo essas criaturas, que não tem um pingo de receio ao matar um ser humano pra defender sua droga. Enquanto isso é campanha, filme, comercial, reportagem, tudo pelos "direitos do presidiário", é um sensacionalismo hipócrita. É uma piedade hipócrita. Não sejamos hipócritas, sejamos realistas, segundos os profissionais da área da segurança a próxima década não é nem um pouco otimista ao nosso país. Então cuidemos do que realmente temos que cuidar. Olhemos por que realmente temos que olhar. Não tem como fazer colunas sem cavar sapatas, não coloquemos a carroça na frente dos burros. Se devemos mudar nossas cadeias, melhorar a qualidade de vida deles lá dentro, que melhoremos as nossas aqui fora primeiro, pq quanto menos deles tivermos, menos problemas teremos.

Annie Wallker
Desabafo.

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