domingo, 13 de janeiro de 2013

Como é boa a nossa empregada

Hoje vou falar um pouco sobre um filme Atípico: Como é boa a nossa empregada.
Acabei assistindo na faculdade.
Leiam o resumo aqui.

–  As histórias de como é boa a nossa empregada, apesar de serem um pouco “clichê” tem um humor infalível, que não se perdeu em 40 anos de existência. De todas as três, a história que foge mais dos “padrões” , e neste caso de qualquer padrão, seja ele moral ou de humor é “o terror das empregadas”. Toda trabalhada no exagero a história nos envolve numa viajem total do autor: um filho tarado por empregadas (e uma cueca “sexy”), um psicólogo compreensivo demais com as mães desesperadas, entre outros. Sobrou até para a vovó da cadeira de rodas, para vermos que nessa onda de “pornôchancada” ninguém fica sozinho.
“Lula e a copeira” é bem previsível, da primeira cena já temos ideia do que acontece no final. Em “O melhor da festa” é possível perceber um humor mais crítico, com o falso moralismo de Naná: muito rigoroso com seus filhos e esposa, e fora de casa é outra coisa. Uma sútil crítica ao senso moralista hipócrita da sociedade.
A visão estereotipada que foi passadas das empregadas me incomodou um pouco.  Ou eram gordinhas e certinhas, ou eram bonitas, assanhadas e oportunistas. Esta última representação, me passou uma entonação machista e preconceituosa, e a fala do personagem Naná: “ela está querendo um programa...” não é uma boa colocação, mesmo sendo humor é  muito pesada.
Em resumo, como é boa a nossa empregada é um filme um pouco clichê, muito engraçado, com uma pintada de machismo e preconceituso.

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